domingo, 1 de dezembro de 2013
Escorre saudade
E ainda quando se fecha a porta, eu lembro-me daqueles meses
Daquelas semanas
Daqueles dias
Daquelas horas de sufoco e dor
Eu lembro-me do silêncio por si só
Quantos daqueles gritos eram de saudade e tudo pela verdade?
Quantas daquelas pessoas eram de plástico e tudo por mentira?
Sonhei que você estava bem aqui
Como deveria estar
Nada como um plástico
Nada com outra pessoa
Nada longe de mim
Eu sonhava e eu via, o teu mesmo sorriso aqui
E ainda quando se fecha a porta, você continua com o mesmo rosto
E eu não posso demonstrar verdade quando estou perto de ti?
Porque por mais que ninguém veja
O meu rosto escorre saudade
E vontade de te ver de novo
De sonhar outra vez, como daquela vez que tudo era surreal e perfeito
No meu rosto escorre...
Você outra vez.
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