Será a inutilidade sã escorrendo em meu próprio sangue?
Será a espera um tempo tão longo que mal existiu?
Será a dor algo tão significante que mal foi percebida?
Será a voz tão ardida e despercebida que mal foi encontrada?
Será a esquina que desejei não virar te encontraria?
Será a incerteza de um dia qualquer a inexistência?
Será a tristeza de um inverno perseguida por uma simples moça?
Será a vantagem do silêncio trazer palavras corretas em pensamentos?
Será a verdade ecoando nas cabeças de hipócritas existentes?
Será o amor?
Será o que eu acredito ou o que existiria?
Será que sou ao contrário do que pensam?
Ou o que pensam é o que sou?
Será algo tão puro ter existido e agora desacreditado?
Será que o que não existiu pode nos encontrar de novo?
Será que daqui uns anos seremos lembrados?
Será que lembrarás de cada promessa?
Será que me encontrarás com outros olhos?
Será que irá esquecer a importância de idade?
Será que perceberá o tempo perdido?
Será o tempo abençoado?
Será a raiva atrás de uma janela?
Será o café em cima da mesa?
Será a luz de um sorriso não lembrado?
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