
Aparências correndo atrás de aparências. Porque todos se julgam embora a liberdade esteja embaixo dos seus pés?
Fumaça e sombra baixa, dia de calor sem escândalo ou algo distraído. Ao contrário, o seu sorriso parecia mais firme.
Entre os teus pensamentos e a minha alma, o que evoluí é o nosso cérebro. Dentre argumentos pescados o único que sobrou foi as cinzas lá de fora.
Quem foi o culpado de tragar tudo de novo?
Nada além de pessoas com sentimentos pesados. Nada te contraria, algo abstrato.
Não sobrou nem lembrança ou qualquer retrato. Foram só pessoas com pensamentos que tornaram especiais.
Fizeram sofrer os culpados, com corações molhados de paixões. Quem colocou o disfarce de um poeta em você? Quem trouxe seus calçados que estivesse pela última vez?
A janela da escuridão te perseguindo e então, quem mancharia a tristeza?
Cinzas e rosas pensadas em um pequeno futuro, um dia os sonhos flutuavam, um dia ou qualquer dia, foi um ser real.
Quem se transformou em pessoa pela última vez?
Qual foi a dor que substituiu o amor?
São cercadas de perguntas pelas quais não achavam respostas imediatas, foi a chuva que libertou os sonhos de mais uma madrugada.
Não iria existir mais o prazer de um mundo em cinzas. Quem te trouxe por primeiro é quem quer te ver por baixo, mais uma vez.
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