O que angústia trouxe de um mar afogado em promessas quebradas?
Há um incessável vento que sopra esta noite... O que foi seco ou isolado. Obscuro e perturbado fluxo a um mar oleoso.
E o que foi aquele doce longo cheiro da manhã? Sorrisos brotados em um jardim de espinhos.
E mais uma manhã sem razão por despertar, o que eu faria amanhã.
Seu sangue se congelou e coalhou com o medo,
Seus joelhos tremem e deram caminho na noite,
Suas mãos enfraqueceram-se na hora da verdade.
Seus passos vacilaram, e te trouxe que mundo?
Um mundo, uma alma
Tempo passa, os rios correm.
Não deixam lembranças, nem histórias.
Já não é o bastante, nada foi o bastante.
Rios de linhas imaginárias, e o tempo passa.
Porque acordar em um dia sem razão ao despertar?
O sol não queria nem me olhar mais, seu sangue congelou na hora da verdade.
Seus olhos enfraqueceram, e não deixaram nem piscar para mim.
O dia foi tão longe comparado ao lixo.
Seus olhos nem abrem mais. Quem te trouxe ao mundo?
Um mundo, uma alma
Tempo passa, os rios correm.
Ele é assombrado pela memória de um paraíso perdido. E já nem é o bastante, já foi o bastante.
E ele foi perdido mais uma vez, se lembra da face dele?
Se lembra de quantas linhas era desenhada ao rosto pálido e sensível?
Ninguém viu ele passar por perto de mim, ninguém viu ao mundo branco.
Se fosse possível fugir ao mundo.
Eu te pedi de volta e você não veio. Angústia.
(Inspirada em Pink Floyd - Sorrow)
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