domingo, 18 de novembro de 2012
Tocar-te
De vez em quando
Ou quase sempre
Esqueço que lá fora
Onde havia tanta chuva e suor
Agora há de esbanjar sol
Em todas as janelas
A gente vivia correndo nos muros
Só pra ver até onde o mar chegava
Parecia fácil
Mas o mar enfrentava o horizonte
Dava pra ver as linhas de tal maneira
Que até eu que quase sempre estava ali
Sorria outra vez...
E quando era noitinha eu pulava
Pulava longe
O ar era puro de tanta inocência
Havia um coração por lá
E eu podia o tocar.
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Amadurecer é ver tudo fazer cada vez menos sentido.
ResponderExcluirGK