
Logo acorda com dores no corpo e percebe que sua pele é mais fraca e a carne mais suja.
Olhos vendados e aflição no sangue. Que dia é hoje?
Vocês poderiam me mostrar a situação de uma noite?
Pássaros fora do seu ninho, lugar abstrato e pessoas desaparecidas.
Vocês todos cegos de amor, o mundo lá fora respirando por isso.
Nuvens trovejando, óleo do mar e cidade dorme.
O que há embaixo do subterrâneo? As pessoas estão gastando suas almas.
Devastadores do solo, o absurdo se espalhando, as lágrimas me calaram.
Um dia de chuva e sol, confusão e obrigação.
Vocês todos se preocupando com a meia noite, e deixando passar os fugitivos.
Não parecem ver que as pessoas andam sempre dentro das outras. Que a confusão sempre é dobrada.
O certo é que as pessoas nunca vão concordar umas com as outras, e que nunca vão fazer do jeito que você acha que é. Os momentos podem ficar difíceis mais nada vai poder mudar.
A invenção foi recomendar o mundo a bobagem, o sujeito foi sempre o condenado disso tudo.
Ninguém esperou a tortura passar, todos se sujaram com suas próprias mãos e eu sinto falta disso.
Seus pensamentos me abominam, quem esperava mais do que eu.
Vocês todos perdidos no meio do mundo, o meio do mundo não é aqui.
Vocês não pertencem aqui, vocês não sabem nem onde estão.
E a cidade dorme, e ninguém vê nada, além da poeira lá fora.
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