sexta-feira, 6 de maio de 2011

Tarde branca

Simplesmente toda dor se passando com uma xícara de café.
E há chuva lá fora e não há mais pessoas e nem discussões.
Só o silêncio esquentando tudo e de repente,
Nem nuvens ao alto do céu.
Sumindo tudo o que há de um dia natural.
A chuva salvando aquela tarde branca de quase sempre.
Ninguém à perto e nem sorrisos avançados.
Alguém por aí?
Depois da chuva mais nem sinal de dor.
Mais eu continuo ali, esperando o sol nascer novamente.
Minhas histórias já não têm mais graça e pra você é tudo igual.
Eu já nem ligo mais, a chuva veio te limpar.
Não há sorrisos e nem abraços na sua despedida.
Por dentro estou ensopado e desistindo dos obstáculos.
Aonde o sol iria nascer sem você aqui por perto?
Você vai partir tão cedo, porque não fica pra mais uma xícara de café?
E meus braços abertos esperando pela sua proteção de volta.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

questione ou comente sua opinião sobre a obra