sexta-feira, 15 de abril de 2011

Lei da solidão

Se vocês pudessem pelo menos entender o quanto a dor da solidão me alcança.
Se pudessem entender o que eu posso sentir.
E quando for dor, se pudessem entender a calúnia.
Julgam-se os próprios defeitos de corpos, que loucura do universo é essa?
Não deixam levar as pequenas falias por desgosto.
Ou não deixam passar os pequenos rostos pálidos.
Eu continuei aqui nos momentos mais angustiados, parece até que não sei viver.
Me pergunto: O que estou fazendo aqui?
As músicas cintilam sempre no mesmo ritmo que meu coração.
Que cor é a dor que sinto agora?
Será que vou achar uma escapatória improvisada?
Vão deixar meus erros passar?
Os dias de ontem não pertencem mais.
Ou será que você esqueceu de acreditar, se sentiu tão só.
Quem teve que te evitar foi o meu sorriso, mais o meu coração.
Como que fica o meu coração?
Nunca vou esquecer a falta que sua alma faz pro meu coração.
Nunca vou deixar que roubam a idéia e a maneira de como sinto você aqui.
Será que vou conseguir voltar na lei da solidão?
Quem acredita sempre alcança?

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