
Vejo aquelas pequenas mãozinhas ensangüentadas sobre as minhas, cobrindo e espalhando o sangue sujo de uma guerra ingrata e a única resposta é o silêncio. Aqueles olhos de desespero ardendo assim, e o que eu poderia fazer no momento de dor? Nenhum sorriso em paz. Juntos em um bosque, esperando o sorriso voltar, o céu já está cerrado, quase cinzento, e posso ver os pequenos olhos no fogo. Seus pulsos pedindo ajuda, e eu te sinto aqui, os seus braços nos meus.
O desespero e o medo nos ocupando, pequeno menino ensangüentado, te levarei de volta, até podermos voltar com a guerra vencida pelas nossas forças. E eu prometo que o suor de aflição irá passar, o seu corpo desmontado vai ser ressuscitado novamente..
Aquele estômago fraco, os seus olhos pedindo ajuda sem mexer o seu lábio. Mas eu podia ver seu desespero me pedindo ajuda.
- Eu estou aqui.
Silêncio.
Acordo, e vejo que minhas cobertas estavam jogadas no chão, saio no desespero, e sinto que aquilo foi só um pesadelo mal contado, pela 8° vez.
Silêncio.
Apago.
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