segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Pessoas platônicas


O que eu posso ver?
Talvez tudo o que foi inventado por alemães?
Na verdade eu vejo algo além do que alemães podem ver, eu vejo o meu mundo construindo por pedaços que já foram usados.
Eu vejo uns lápis soltos implorando pra serem utilizados para mais uma nova ação.
Os meus olhos é a vítima disso tudo, eles vêem mais além do que qualquer cientista.
Procuro talvez pelo mais difícil, escândalos e gritos sendo escritos em livros em uma caixa que todos achavam desnecessária. Mais um dia teve sua propriedade fundamental.
Logo reflito na vida do lado de ''dentro'' onde as pessoas inventam de tudo pra socorrer o eletrônico. Logo resisto que sim, são modos diferentes, reconhecidos um por um. O que eu vejo será apagado com uma faixa em preto, abrirei meus olhos e verei livros, por onde eu procurarei minhas falhas. O mundo de dentro da imperfeição tentando ser mostrado por pessoas que sobram. Eu posso cansar de mais um dia de manipulação, posso pegar só mais um caderno e escrever o meu diálogo dos dias sóbrios. Eu posso e você sabe que eu posso também escrever as suas falhas.
O que falta? A sua incompetência e as vezes irresponsabilidade de si mesmo. Já estão implorando por um novo dia cinzento de chuva.
Pessoas platônicas, rostos irônicos e gestos cibernéticos, talvez mais aproveitado por pelo menos uma madrugada tranqüila. Volto a lucrar por mais um dia, e aprender a conviver com a imparcialidade dos outros, os de ''dentro''.

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