
Foram deixadas para trás as folhas rastreadas, misteriosas. Você não podia encontrar esse segredo tão grande, logo depois se pois a esquecer. As palavras que te alucinavam, que te deixava pálido, foram contruídas por livros, que hoje estão inacabados. O silêncio te confortou, não te deixou cair e nem tropeçar nos trilhos. Algo me diz, que se for pra continuar, deve achar esses livros, algumas páginas foram arrancadas, mais se quiser continuar o vento vai te esperar. Um dia cinzento você quis prometer para a pequena menina, que iria continuar, e que poderia achar as palavras deixadas. Por favor implorou a menina, que voltasse a tempo antes de partir. O dia cinzento se exclamou por faixas vermelhas, pode constar ao vício de leituras. Lembre-se rapaz, eu não vou te deixar para trás, as minhas lágrimas irão secar, seu sangue derramado irá ser secado com o vento, eu irei implorar sua ajuda, o resto do dia será calculado, escrito e exposto. Suas palavras foram marcadas em preto junto com as minhas lágrimas amareladas. Sua única esperança foi a minha busca, eu não cansarei de esperar seu trem chegar, ficarei até o amanhecer esperando, mais eu não irei te deixar. Sua alma pode estar morta mesmo com seus olhos latejando, pedindo ajuda. Mas seu corpo está limpo, você pode escrever sua aflição, e mesmo que o vento levou, você conseguiu encontrá-lo, só espero que não esqueça que ainda estou aqui na estação te esperando.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
questione ou comente sua opinião sobre a obra